O cuidado começa com informações claras: quem será acompanhado, como vive, com quem podemos falar e quais recursos fazem sentido para sua rotina.
Conhecer a pessoa e sua rede de apoio
Conversamos sobre os objetivos da contratação, as preferências da pessoa acompanhada e a participação da família. Também verificamos a localização e as condições necessárias para os serviços desejados.
Escolher os recursos e combinar o atendimento
A solução pode reunir um ou vários dispositivos: anel, pulseira, relógio, câmeras, sensores de presença e câmera com tela e som, além de acesso familiar e cuidado presencial. A pessoa e sua família escolhem a composição a partir da necessidade de acompanhamento. Antes da contratação, devem ficar claros os serviços incluídos, os ambientes monitorados, as permissões de acesso e as condições de uso.
Configurar e aprender a usar
O dispositivo precisa estar ajustado, carregado e conectado conforme suas instruções. A orientação de uso inclui os pedidos de ajuda disponíveis, a recarga e os contatos de suporte. Os alertas devem ser testados com a central na ativação do serviço.
Receber um alerta e verificar a situação
Quando um alerta chega, a central inicia o protocolo correspondente e busca as informações necessárias. A resposta considera o tipo de evento, a possibilidade de contato, os dados disponíveis e as condições de atendimento.
Mobilizar apoio e informar a família
A equipe própria é mobilizada em veículo próprio conforme o protocolo e a cobertura. Enfermeiros e médicos estarão disponíveis para atendimento de emergência em casa, conforme a situação. Se houver necessidade, será solicitada ambulância hospitalar. A família autorizada recebe informações sobre os encaminhamentos, sem que sua participação substitua os procedimentos necessários de socorro.
Registrar e acompanhar
O histórico da ocorrência reúne os alertas recebidos e as ações realizadas. A rotina de acompanhamento também considera mudanças de contato, dificuldades com o equipamento e novas necessidades de apoio.
